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Mercado Central I


No último sábado, eu com minha amada turma de aspirantes a cozinheiros e nossa incansável professora Cidinha Lamounier, estávamos às 8h da matina no Mercado Central de Belo Horizonte. A visita era parte de uma aula prática para conhecermos mais sobre alguns produtos alimentícios e também seus preços.
Ir ao Mercado é sempre um grande prazer, mas dessa vez foi diferente. Estávamos munidos de muito entusiasmo e sedentos por conhecimento. O nosso sentimento era de desbravadores, que em uma manhã descobririam um mundo novo. Por mais que o ambiente fosse comum a muitos de nós, não havíamos olhando com tais olhos anteriormente, menos ainda orientados por um instrutor.
Dentre tantas informações que certamente não caberiam aqui, o que mais me encantou foram as pimentas. O que não é de se admirar, visto o nome do blog. A diversidade, a explicação sobre a pungência de cada uma, a origem e aplicação na cozinha, me deixaram mais uma vez encantada por elas.
Para quem também se rende a esses frutos (sim, são frutos!), o Mercado conta com uma variedade enorme. Desde a nossa tradicional Biquinho, passando pela Dedo de moça e a mexicana Habanero (uma das mais ardidas do mundo), até as peruanas, que estão super em alta.
Tem ardida e suave. Qual você vai querer?

Mercado
Crédito da foto: Marcos Michelin

Comentários

O ambiente do mercado público é um dos melhores exercícios visuais e olfativos que conheço. Quando ainda morava em São Paulo, a menos de um quilômetro do Mercado Municipal da Lapa - e a pouco mais de um quilômetro, para o outro lado, do glorioso Palmeiras - cumpria um ritual quase diário de absorver os aromas de lá, principalmente no setor de frutas e de temperos.
Anônimo disse…
Bom dia,

E sempre uma agradável surpresa o Mercado Central de BH. Continuaremos a visitá-lo com uma visão cada vez mais apurada de forma aproveitar o máximo possível da enorme variedade de produtos e belas pessoas. Não se esquecendo da cerveja gelada e seu ótimo tira-gosto.

At.

L Felipe Cortes

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