Pular para o conteúdo principal

O meu naked cake


Se tem uma tendência que me pegou de jeito foi o naked cake. Prático, lindo e gostoso. Esse aí da foto é o que mais faço e sempre é um sucesso. Gostou? Faça também.

Ingredientes da massa:
3 ovos
3 colheres de sopa de açúcar
3 colheres de sopa de água
3 colheres de sopa de farinha de trigo
1 pitada fermento em pó

Ingredientes do recheio/cobertura:
2 latas de leite condensando
400 ml de leite
5 gemas
2 colheres de sopa de amido de milho
300 gramas de chocolate branco
200 gramas de nozes picadas

Cobertura:
Cerejas, nozes e suspiros

Modo de preparo:

Massa: bater as gemas e o açúcar na batedeira até formar um creme embranquecido. Acrescentar a água e a farinha de trigo e bater mais um pouco. Misturar delicadamente as claras em neve e o fermento até ficar homogêneo. Levar para assar em forma untada e enfarinhada até dourar. *Fiz três receitas, para ter três discos de massa na montagem.

Recheio: dissolver o amido de milho no leite e adicionar as gemas peneiradas, o leite condensado e o chocolate branco picado. Levar ao fogo baixo até cozinhar e tomar consistência. Cobrir com papel filme e deixar esfriar.

Montagem: colocar um disco de massa e cobrir com um pouco do creme e metade das nozes picadas. Colocar outro disco de massa e cobrir com mais creme e restante das nozes picadas. Colocar o último disco de massa e cobrir o bolo, somente em cima, com o restante do creme. Levar à geladeira por 1 hora para firmar. Retirar da geladeira e decorar com as cerejas, nozes e suspiros. Finalizar polvilhando um pouco de açúcar em todo o bolo.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Assa peixe em Sabará

No final de novembro do ano passado estive em Sabará, bem pertinho da capital mineira, para participar do 27º Festival da Jabuticaba. Na época estava em uma correria e acabei não falando uma linha sobre o assunto aqui no blog. E agora vasculhando alguns arquivos achei um material bacana, receitas e dicas que vale contar para vocês. Além de servir de inspiração para participar do próximo festival, a cidade merece ser visitada sempre, pois os produtores artesanais, restaurantes e cozinheiros estão preparados para receber o ano todo. Para começar, preciso contar a minha maior surpresa por lá, o assa peixe frito. É feito pelo cozinheiro Manoel Ferreira, que trabalha no restaurante do Parque Quinta dos Cristais . Ele conta que aprendeu a cozinhar com a mãe, que o ensinou não só o ofício, mas também o prazer em degustar e identificar os sabores presentes em cada garfada. Para quem não conhece (assim como eu não conhecia), o assa peixe é uma urtiga, muito usada como planta medici...

Dona Conceição

O texto de hoje não é uma indicação do novo restaurante da cidade. Muito menos uma receita imperdível para o jantar de logo mais. É sobre a responsável por minha paixão pela cozinha, Dona Conceição. Hoje ela completa 86 bem vividos anos e tenho a honra de tê-la como exemplo há 32. Vovó representa para mim duas importantes bandeiras: cozinhar com amor e a força da mulher. Pode parecer até um pouco contraditório colocar esses assuntos juntos, mas não é. Apesar dela ter cozinhado muito por imposição, o que ela me ensinou foi o ato de cozinhar por prazer. Me ensinou que eu poderia fazer isso por gostar e não por ser obrigada. Acho que ela conseguiu, com enorme sabedoria, extrair dos tachos de comida para mais de cinquenta pessoas o que há de mais belo na culinária: doar-se através da comida. Ela pilava o próprio arroz e não sentiu só a dor nos braços com o esforço, mas a gratidão por ter o alimento em casa. Fazia seus queijos, moldava em antigas formas de madeira, deixava o tempo...

Lenda do bacuri

Outra lenda interessante é sobre a origem do bacuri. Dizem que, certo dia, na floresta, apareceu a cabeça de um índio caxinauá, que havia sido degolado por um de seus companheiros. A cabeça aterrorizava a tribo com exigências que deveriam ser cumpridas para evitar que não lhes fosse tirada a vida. Todos deviam buscar, na floresta, um fruto amarelo escuro e manchado, com casca dura e uma polpa deliciosa, vindo de uma árvore cheia de flores avermelhadas. Os índios obedeceram às ordens por muito tempo até que um dia alguém resolveu experimentar o fruto, sendo seguido por todos os outros índios. A cabeça ficou muito brava e se transformou na Lua. Depois disso, sempre que comiam a fruta, davam as costas para Lua.