Tem aquela comida para matar a vontade de comer. A que alimenta nosso ego (quando fazemos uma obra prima na cozinha!). Pode ser uma comida típica, cheia de valor cultural. Tem a nossa comidinha do dia a dia, que papai e mamãe nunca deixaram faltar à mesa. E teria outras tantas para falar aqui. Ressalto aqui a comida que emociona pelo simples fato de alimentar quem tem fome. Essa sim, feita a mãos que não buscam apenas o salário no quinto dia útil do mês, mas que acreditam que cozinhar 700 quilos de arroz por dia muda sim alguma coisa. Que preparar mais de 5 mil refeições para o almoço, não é simplesmente uma profissão, mas sim um ato de cidadania. Pessoas que cozinham toneladas de carne por semana, com o tempero mais gostoso, amor. Em visita a um dos Restaurantes Populares em Belo Horizonte, no meio de uma turma de aspirantes a cozinheiros, fui apresentada à realidade de uma cozinha grande. Seja em quantidade ou em alma. Não é um trabalho voluntário, é como qualquer outro emprego ou, p...