sexta-feira, 29 de julho de 2016

Receita sensacional de pizza


Gente, preciso compartilhar com vocês a melhor receita de pizza da vida. Mentira, a segunda melhor... haha! Lá em casa somos acostumados com a famosa Pizza da Vovó, aquela massa mais fofinha, de espalhar no tabuleiro e que é a sensação da família. Mas, outro dia desses, me deu vontade de comer uma pizza sequinha e crocante. Encontrei essa receita do blog Chata de Galocha, no quadro O Chef e a Chata.

A receita não só deu certo, como atraiu uma amiga gulosa, rendeu muita história e, no dia seguinte, precisou ser repetida. Confira abaixo essa delícia!


quarta-feira, 27 de julho de 2016

O melhor do inverno: vinho


Sou uma pessoa apaixonada por vinho o ano inteiro, mas é no inverno que meu coração palpita ainda mais. Parece que nenhum clima frio, comidinhas, aconchego e cobertor de orelha funcionam se não tiver uma taça de vinho para acompanhar. E, dessa forma, passo meus dias invernais com o dente roxo.

A dica de hoje é o Cabernet Sauvignon Las Fuentes da Famiglia Zanlorenzi, um vinho equilibrado e que combina muito bem com as delícias dessa estação, como queijos e massas. Além disso, vale ressaltar que é um rótulo bem acessível, uma ótima relação de custo benefício, já que você pode tomar um bom vinho sem gastar muito.

Aproveito para destacar também que essa é uma vinícola nacional, situada na Serra Gaúcha. E, como sempre defendo, acho muito importante valorizarmos os nossos produtos. O Brasil tem muito vinho bacana, é só abrir os horizontes e se permitir conhecer.

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Amor em forma de bolo


Bolo de aniversário ou para o café da tarde, com ou sem cobertura, redondo ou quadrado, bolo de nata ou até de nada. Acho que foi a primeira coisa que cozinhei sozinha e, desde então, assumi a função de boleira da família. Gosta de pensar nas combinações de massa, recheio e cobertura para um bolo mais elaborado. Mas, gosto igualmente, de bater um bolinho despretensioso enquanto rola uma prosa na cozinha ou um disco na vitrola. Por ter essa paixão e facilidade com bolos, virou pedido oficial das pessoas ao meu redor. E nada mais gostoso do que fazer um afago comestível e cheiroso assim a quem a gente ama. A receita de hoje surgiu de acordo com o que tinha em casa e, por isso, vou me esforçar para reproduzir as medidas certinhas, já que fiz ‘no olho’ mesmo. 

Ingredientes:
2 ovos caipiras (momento ostentação!)
1 xícara de açúcar mascavo
3 colheres de óleo de coco
2 colheres de azeite
1 xícara de leite
1 xícara de farinha de coco
1 xícara de farinha de trigo
1 pitada de sal
1 colher de chá de fermento químico

Modo de preparo:
Bata as claras em neve com a pitada de sal e reserve. Em outra vasilha, bata as gemas, o açúcar, o óleo de coco e o azeite até ficar bem fofo. Acrescente o leite e as farinhas e bata mais um pouco. Misture delicadamente as claras em neve e o fermento. Coloque em uma forma untada e enfarinha e leve ao forno pré-aquecido por cerca de 30 minutos.

Dica: fiz uma caldinha vapt vupt para despejar por cima. ½ xícara de açúcar, 1 gema, 1 colher de manteiga, 2 colheres de água e 2 colheres de chocolate em pó. Três minutinhos no fogo, até derreter e misturar tudo, e pronto!  

quarta-feira, 29 de junho de 2016

Aloha: leve e justo


Almoçar fora de casa sempre, para mim, é uma tortura. Uma coisa é experimentar pratos novos, com sabores e preços mais elevados. Mas na rotina preciso de comidinhas caseiras e com preço acessível. Gosto mesmo é de fazer minha marmita em casa, o que nem sempre consigo e preciso recorrer aos restaurantes perto do trabalho.

Essa semana estive no Aloha e achei a comida muito honesta. Sabor leve, opções saudáveis e com preço justo. Sou uma pessoa com um amor especial por beterraba: A-DO-RO! Então, imagina a alegria com esse prato. Arroz de beterraba com castanha de caju, purê de batata, frango grelhado e saladinha. Paguei R$ 11,90 e saí de lá feliz da vida. J

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Garagem Gastrobar e uma reflexão

Porquinho, couve e canastra

Ir ao Garagem Gastrobar é sempre uma delícia, mas essa última visita foi algo surpreendente. No caminho já estávamos pensando no que íamos comer: os tradicionais e deliciosos petiscos da casa. Quando chegamos lá nos deparamos com um cardápio cheio de novidades, pratos de fazer salivar e tivemos que dividir o direito de escolha (eu e marido), pois cada um queria pedir umas cinco opções diferentes.

Começamos pelo Taco de porco com abacate, coentro e milho torrado. Eu queria apenas viver disso, gente! Não dá vontade de parar de comer de tão simples e incrível. O segundo pedido foi Barriga de porco cozida lentamente, couve crua e queijo canastra. Aí foi o marido quem morreu de amores. Para finalizar, pedimos Língua, jiló ligeiramente defumado, picles de cebola e baru. Mais uma vez nos deliciamos tanto que a vontade era raspar o prato com um pãozinho (#ficaadica, chef!). Tínhamos muitos outros pedidos em mente, mas já estávamos satisfeitos e resolvemos deixar para a próxima.

Foi uma noite de sabores tão maravilhosos que me fez pensar em algumas críticas que tenho visto, inclusive uma em relação ao Garagem. Ouço muita gente dizer que Juiz de Fora não tem nada de bom, não tem novidade, não se compara a outros lugares e por aí vai. Pera lá! Acho que a cidade tem tanta coisa de qualidade. Alguns exemplos:
  • Tem o Garagem com uma cozinha super bacana e que se reinventa a cada dia;
  • Tem o Timboo com um serviço exemplar de cervejas especiais;
  • Tem a Sorveteria Bom Clima com um sorvete sensacional de quindim;
  • Tem a feira de produtores rurais da região (Agrofar) com o melhor fubá da roça e verduras e ervas não convencionais (outra dia tinha até jambu);
  • Tem a Basílico Massas com molhos e massas artesanais práticos e bem feitos;
  • Tem o mercadinho Bom Preço que traz frango caipira fresquinho;
  • Tem o Angicárius com o cultivo de cogumelos orgânicos;
  • Tem a Dona Solange que faz uma coalhada artesanal muito boa;
  • Tem a padaria da esquina que prepara um bolo caseiro daqueles simples, mas com uma caldinha de goiabada linda de viver.
Enfim, tem muita coisa boa e poderia ter ainda mais se as pessoas valorizassem e reconhecessem a importância do produto da cidade. Esse ciclo de inovação/qualidade/cultura/preço justo/satisfação do cliente só funciona se todas as partes estão comprometidas. Não adianta ter muita gente fazendo um ótimo trabalho se não tem pessoas para desfrutar.

Fiquei fora de Juiz de Fora por cinco anos e, quando retornei, fiquei surpreendida com a evolução da gastronomia na cidade. Achei que ia sentir falta de lugares bons e me enganei. Aqui tem muito potencial para ser explorado, ou melhor, degustado. Basta apenas que as pessoas se proponham a isso. Garanto que a conta vai ficar mais barata do que procurar por opções de fora ou, até mesmo, algumas da cidade que estão cobrando um horror por filé com fritas.