terça-feira, 29 de julho de 2014

Receita de quiche #casadinhos


Sempre gostei de me aventurar na cozinha. Imaginem agora que estou casada, com uma cozinha só para mim e um maridinho para paparicar. Por isso, as receitas que fizer no apê novo irão sempre aparecer com a hashtag #casadinhos. Assim, logo de cara já saberão quanto amor tem nessa receita e irão correndo para o fogão preparar uma comidinha especial para as pessoas que amam (hoje estou romântica demais!). Então, anotem essa prática receita de quiche, que serve para um lanche, jantar e até um almocinho. Além disso, o recheio pode ser tudo aquilo que vier à imaginação, é só manter a base de queijo e ovos e ir brincando com as opções. A minha foi assim:

Quiche de aboborinha, ricota e lombinho canadense

Ingredientes da massa:
3 xícaras de farinho de trigo
2 ovos
100 gramas de manteiga
1 pitada de sal
Água até o ponto
Ingredientes do recheio:
3 ovos
200 gramas de ricota
1 abobrinha média
1 cebola roxa
150 gramas de lombinho canadense
2 colheres de azeite
Sal e pimenta do reino à gosto

Modo de preparo:
Massa: Tirar a manteiga da geladeira 15 minutos antes de preparar a massa. Em um recipiente colocar a farinha de trigo, o sal, os ovos ligeiramente batidos e a manteiga. Misturar com as pontas dos dedos até formar uma farofa. Adicionar aos poucos a água até dar o ponto de uma massa homogênea e que desgrude das mãos. Colocar a massa em um saco plástico e levar à geladeira por 15 minutos.
Recheio: Refogar a cebola fatiada com a abobrinha também picada no azeite, até amolecer. Retirar do fogo e deixar esfriar. Bater os ovos com a ricota no liquidificador. Misturar a abobrinha refogada com a cebola, a mistura de ovos e ricota, o lombinho canadense picado e acertar o sal e pimenta do reino a gosto.
Montagem: Abrir a massa em uma forma antiaderente, cobrindo o fundo e a lateral. Distribuir o recheio e levar ao forno preaquecido a 200º até dourar a massa e o recheio. 

terça-feira, 22 de julho de 2014

Cachaça é amor


Sempre fui fascinada por cachaças. Não muito pelo sabor delas, confesso, pois ainda estou aprendendo a apreciar. Meu fascínio vai muito além. Gosto da história, do ritual e da cultura que a branquinha representa. Amo visitar alambiques e cachaçarias com aquele perfume de cana fresquinha no ar. Adoro também os causos que sempre surgem em sua companhia. Enfim, a admiração é tanta que tenho uma coleção “a meia” com meu pai: vou adquirindo as garrafas por onde passo e ele fica responsável em guardar e experimentar cada uma. Desde que começamos percebo que nós dois mudamos, a cada novo rótulo, nossa relação com a cachaça. Estou me rendendo mais e ele apurando o paladar.

E dentro desse contexto, preciso falar de uma em especial, a Cachaça do Pontal, de Pirapora. Ano passado estive por lá para fazer uma matéria e conheci tim tim por tim tim da produção. Fiquei encantada com o trabalho sério e apaixonado do casal Carlos e Alessandra. É um brilho nos olhos, uma satisfação pelo que fazem que você se rende rapidinho a todo o clima na cachaçaria. E dessa visita nasceram parcerias, amizades, troca de conhecimento e muito carinho. O exemplo melhor foi a presença deles - representados pelas cachaças Pontal Clássica, Ponta Ouro e Pontal Chérie – em meu casamento. Além de me sentir honrada com esse presente, meus convidados simplesmente amaram as cachaças. Agora a Pontal faz parte, oficialmente, da minha história. 

domingo, 20 de julho de 2014

Churrasqueira, chopp artesanal e croquete de linguiça


Hoje irei falar de uma das principais casas de Juiz de Fora, a Churrasqueira, um restaurante com jeito de bar e vice versa. Recentemente fiz uma visita ao lugar e experimentei duas coisas novas. Primeiro o chopp de fabricação própria e artesanal, Antuérpia. Eles possuem quatro tipos: pilsen, premium, black e trigo. Claro que eu e o marido fomos direto ao de trigo, nosso preferido. Eu normalmente não sou muito fã de chopp, prefiro a cerveja em seu estado natural, mas até que simpatizei com o deles. E ficamos feliz por perceber que Juiz de Fora tem crescido, cada vez mais, na produção de cervejas artesanais.

Para acompanhar, veio a segunda experimentação, o croquete de linguiça. Bati o olho no cardápio e já sabia meu pedido, coisa muito, mas muito difícil de acontecer. Escolha certa! Muito saboroso, sequinho e com um delicioso molhinho de mostarda de Dijon. O único problema foi a quantidade, porção com poucas unidades não é porção, né? Eu queria dar um conselho a todos os estabelecimentos: caprichem na porção, mesmo que o valor fique um pouco mais alto, pois é muito chato estar com amigos e não ter para todos experimentarem. Mas, isso não tirou o mérito da visita. Na próxima iremos pedir duas porções!

domingo, 6 de julho de 2014

Garagem Gastrobar


Mesmo que um pouquinho atrasada não posso deixar de falar sobre minha visita ao Garagem Gastrobar, em Juiz de Fora. Desde que cheguei à cidade estava louca para conhecer o lugar, que é comandado pelo chef Pablo Oazen. Sempre acompanhei o trabalho do Pablo e já admirava a postura, conceito e carreira, mas a comida, essa merece agora uma admiração à parte. Esperava uma experiência boa no Garagem, mas foi muito além da minha expectativa e agora ele está no topo dos meus preferidos.

O lugar é aconchegante, serviço simpático e a comida sensacional. No dia da visita era menu degustação para o Dia dos Namorados e a noite já era especial por esse motivo, já que meu maridinho fez as reservas surpresa e só sabia que íamos lá quando chegamos na porta. Sobre a comida, tudo perfeito do começo ao fim, mas quem ganhou o jantar foi a polenta servida diretamente pelo chef à mesa. Combinada com queijos, farofinha de pão e castanhas, o prato certamente era o mais simples do menu e, por isso mesmo, o mais gostoso.

E no final a conta ficou tipo uns R$ 90,00, para cada, com as bebidas. Valor muito justo. Para quem estava acostumado com os valores de BH, encontrar um restaurante desse nível com preço bem acessível é coisa linda de viver. Já estamos programando a próxima visita!