Pular para o conteúdo principal

Entrevistando Montse Estruch


Em bate-papo rápido com a chef catalã Montse Estruch conheci um pouco mais sobre seu trabalho e história. Chef e proprietária do famoso restaurante El Cingle, em Vacarises, distrito de Barcelona, Montse é conhecida especialmente por suas obras de arte na cozinha, verdadeiras pinturas no prato. Conheci a chef no Festival Internacional de Cultura e Gastronomia de Araxá e vez em quando trocamos algumas figurinhas. Confira o pingue pongue com ela.

Quando percebeu que a gastronomia fazia parte de sua vida?
Gastronomia passou a fazer parte da minha vida aos 28 anos.

Você é muito ligada em questões culturais, qual importância da relação cultura e comida?
Cultura e gastronomia estão sempre ligadas, como parte da cultura de um país e seu povo.

Quais são suas influências na cozinha?
Minhas influências na cozinha são as experiências e momentos que podem acontecer em qualquer lugar do mundo.

Qual maior desafio vivido até hoje?
O maior desafio... cozinhar para o príncipe de Espanha.

Como você analisa a evolução e o futuro da gastronomia?
O futuro da gastronomia é a evolução, mas sempre lembrando os princípios. É a base de uma boa cozinha e uma obra feita de memórias.

Qual sua obra prima?
Meus pratos com flores, os jardins comestíveis. Mas o melhor de tudo é a minha profissão.

Como é seu processo de criação?
Meu processo foi ao lado de minha mãe na cozinha, ainda muito jovem. Isso me levou a vencer e ser exigente a cada dia da minha vida.

O que te emociona na cozinha?
Da cozinha me animam as cores do produto, ferver, cozinhar, os processos, o fogo... Existem tantas emoções na cozinha.

Qual seu prato preferido?
Gosto de ingredientes recém colhidos do meu campo cheio de verduras e flores. E também os ovos de galinha. Sempre com uma boa companhia de meus amigos e pessoas que amo.

O que ama e o que odeia no prato?

O que eu adoro é a simplicidade, o que eu não gosto é de caça.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Petiscos sem carne

Na última sexta-feira foi dia de receber pessoas especiais em casa e (...) que não comiam carne. Isso pode até parecer um problema inicialmente, mas é coisa fácil de resolver. Afinal, tem tanta coisa gostosa nesse mundo. Preparei vários petiscos sem carne, mas vou dar a receita de três que considero a facilidade em pessoa.
Caponata de Beringela 1 berinjela em cubos + 1 cebola fatiada em meia lua + 4 dentes de alho fatiados + 1 pimentão vermelho em fatias meia lua + 1 pimentão amarelo em fatias meia lua + 100 gramas de uvas passas branca + 100 gramas de amendoim torrado e sem casca + 1 xícara de chá de azeite + sal e pimenta do reino = Coloque todos os ingredientes (com exceção dos temperos) em um tabuleiro e leve ao forno alto. Deixe por 30 minutos, misturando de vez em quando. Retire do forno e tempere.
Tomatinhos confitados 500 gramas de tomatinhos (sweer grape, uva, mini italiano) cortados ao meio + 2 dentes de alho picadinhos + 200 ml de azeite + manjericão fresco à gosto + 1 pita…

Receita de bolo #casadinhos

Traduzir amor em comida é uma das melhores coisas da vida. Dá uma sensação boa preparar tudo com muito carinho e depois ver a pessoa degustando a comidinha com esse tempero especial. E uma das coisas que mais faço para agradar os que amo é bolo. De aniversário, gelado ou mesmo aquele simples, bem roceiro. Tudo é motivo para bolo! Ontem ganhei uma goiabada cremosa apetitosa que na mesma hora virou motivo de bolo. Com alguns minutos o tabuleiro já estava no forno, o cheiro tomando conta da casa e o maridinho abrindo aquele sorrisão de quem iria se esbaldar de bolo/amor.
Bolo de goiabada com queijo
Ingredientes: 4 ovos 2 colheres de manteiga ½ xícara de creme de leite 2 xícaras de açúcar 2/3 xícaras de leite 4 xícaras de farinha de trigo 1 colher de chá de fermento biológico 4 colheres de sopa de queijo minas ralado 4 colheres de sopa de goiabada cremosa 1 xícara de leite condensado
Modo de preparo:
Bater em uma batedeira as gemas, manteiga, creme de leite e açúcar até formar um creme. Acr…

Docinhos mágicos

Sou daquelas que troca cinquenta bombons com ouro comestível, florzinha de pasta americana e corante por um cajuzinho. Gosto dos tradicionais, dos sabores simples e verdadeiros. Aqueles docinhos honestos, que não tem gosto de produtos industrializados, mas que traduzem carinho em forma de bolinhas.
Gosto também das mãos por trás deles. Pessoas que não deixam essas receitas se perderem, criam outras e valorizam o artesanal. Eis que surgem os Docinhos Mágicos da Lylli Paper, marca recém-lançada por uma querida amiga. Tudo é feito artesanalmente e com um cuidado extremo para alegrar sua alma. Já provei os seguintes sabores: brigadeiro de paçoca, canela, coockie de morango (que me deixou desmaiada de amor), óreo, e os docinhos de leite ninho, beijinho e, minha paixão maior da vida, cajuzinho. As opções são diversas e o preço bem camarada, viu?
A Lylli Paper também faz projetos customizados para diversos eventos como aniversário, casamento, chá de panela, batizado e outros. Eles cuidam d…