Pular para o conteúdo principal

Digitalização a comida


Parece coisa de japonês, mas não, a idéia é de um brasileiro, o designer Marcelo Coelho. Através do Instituto Tecnológico de Massachussetts (MIT), nos Estados Unidos, o cara desenvolveu um projeto que diz ser o futuro da gastronomia. A máquina desenvolvida armazena, mistura e deposita camadas de ingredientes para preparar as receitas.
O tal “Construtor Digital” funciona como uma versão 3D das impressoras atuais. Os cartuchos são preenchidos com ingredientes básicos que podem ser usados nas preparações. Além disso, tem um forno, para as receitas assadas. E, ainda, a tela do aparelho mostra informações diversas capturadas na internet, como valor nutricional dos ingredientes e melhor aplicação de receitas.

Seria o futuro ou fim do mundo? Que medo...

Comentários

luis gustavo disse…
QUE COISA LOUCA ISSO.. ESSA HISTÓRIA É DE VERDADE?: HAHAHA!
ricardo disse…
confesso que também fiquei com medo, mas medo de alguém querer comer isso.. deve ser horrível...

Postagens mais visitadas deste blog

Assa peixe em Sabará

No final de novembro do ano passado estive em Sabará, bem pertinho da capital mineira, para participar do 27º Festival da Jabuticaba. Na época estava em uma correria e acabei não falando uma linha sobre o assunto aqui no blog. E agora vasculhando alguns arquivos achei um material bacana, receitas e dicas que vale contar para vocês. Além de servir de inspiração para participar do próximo festival, a cidade merece ser visitada sempre, pois os produtores artesanais, restaurantes e cozinheiros estão preparados para receber o ano todo.
Para começar, preciso contar a minha maior surpresa por lá, o assa peixe frito. É feito pelo cozinheiro Manoel Ferreira, que trabalha no restaurante do Parque Quinta dos Cristais. Ele conta que aprendeu a cozinhar com a mãe, que o ensinou não só o ofício, mas também o prazer em degustar e identificar os sabores presentes em cada garfada.
Para quem não conhece (assim como eu não conhecia), o assa peixe é uma urtiga, muito usada como planta medicinal. Mas nas m…

Lenda do bacuri

Outra lenda interessante é sobre a origem do bacuri. Dizem que, certo dia, na floresta, apareceu a cabeça de um índio caxinauá, que havia sido degolado por um de seus companheiros. A cabeça aterrorizava a tribo com exigências que deveriam ser cumpridas para evitar que não lhes fosse tirada a vida. Todos deviam buscar, na floresta, um fruto amarelo escuro e manchado, com casca dura e uma polpa deliciosa, vindo de uma árvore cheia de flores avermelhadas. Os índios obedeceram às ordens por muito tempo até que um dia alguém resolveu experimentar o fruto, sendo seguido por todos os outros índios. A cabeça ficou muito brava e se transformou na Lua. Depois disso, sempre que comiam a fruta, davam as costas para Lua.

Petiscos sem carne

Na última sexta-feira foi dia de receber pessoas especiais em casa e (...) que não comiam carne. Isso pode até parecer um problema inicialmente, mas é coisa fácil de resolver. Afinal, tem tanta coisa gostosa nesse mundo. Preparei vários petiscos sem carne, mas vou dar a receita de três que considero a facilidade em pessoa.
Caponata de Beringela 1 berinjela em cubos + 1 cebola fatiada em meia lua + 4 dentes de alho fatiados + 1 pimentão vermelho em fatias meia lua + 1 pimentão amarelo em fatias meia lua + 100 gramas de uvas passas branca + 100 gramas de amendoim torrado e sem casca + 1 xícara de chá de azeite + sal e pimenta do reino = Coloque todos os ingredientes (com exceção dos temperos) em um tabuleiro e leve ao forno alto. Deixe por 30 minutos, misturando de vez em quando. Retire do forno e tempere.
Tomatinhos confitados 500 gramas de tomatinhos (sweer grape, uva, mini italiano) cortados ao meio + 2 dentes de alho picadinhos + 200 ml de azeite + manjericão fresco à gosto + 1 pita…