Pular para o conteúdo principal
Seis chefs brasileiros representam o Brasil na terceira edição do Festival do Peixe em Lisboa. O festival, que tem a gastronomia brasileira como inspiração este ano, acontece entre os dias 10 e 18 de abril. Presenças confirmadas de Alex Atala, Claude Troisgros, Bel Coelho, Beto Pimentel, Mara Salles e Tsuyoshi Murakami. Acho que estamos bem representados...rs!
--------------------
Um restaurante na Califórnia elaborou um hambúrguer gigante. Batizado de Oh My God, o sanduba tem na receita dez fatias de queijo, meio pé de alface, dois tomates, uma cebola, alguns picles e quase dois quilos de carne. E mais, é servido com um quilo de batata frita. Dá para encarar?
--------------------
O governo da China etá pensando em banir o consumo de cães e gatos como alimento no país. Mesmo que tenha diminuido nos últimas anos, a prática ainda é adotada em algumas regiões do país. Contudo, além de muitos chineses terem cães e gatos como animal de estimação, eles estão começando a pensar que esse costume traz uma imagem negativa para o país. Tudo bem que a previsão de elaboração e vigência da lei é para dez anos, mas já é um começo.
-------------------
Pesquisadores na França divulgaram um estudo afirmando que uma alimentação rica em sushi pode modificar a flora intestinal. Isso porque quando comemos algas, ingerimos também bactérias marinhas. Para eles, a pesquisa mostra que os alimentos e seus modos de preparo podem influenciar na flora intestinal. Isso é bom ou ruim?
-------------------
Essa é para os apaixonados por vinho: primeiro aplicativo gratuito de vinhos para iPhone no Brasil. Lançado pela marca Expand, você pode consultar na tela um catálogo de vinhos por país de origem, assim como por tipo e valor. Além disso, pode consultar o endereço, com mapas, das 32 lojas da marca Expand Brasil. E tem mais, dicas de harmonização, eventos e notícias sobre o mundo da enologia. Tin tin!

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Assa peixe em Sabará

No final de novembro do ano passado estive em Sabará, bem pertinho da capital mineira, para participar do 27º Festival da Jabuticaba. Na época estava em uma correria e acabei não falando uma linha sobre o assunto aqui no blog. E agora vasculhando alguns arquivos achei um material bacana, receitas e dicas que vale contar para vocês. Além de servir de inspiração para participar do próximo festival, a cidade merece ser visitada sempre, pois os produtores artesanais, restaurantes e cozinheiros estão preparados para receber o ano todo.
Para começar, preciso contar a minha maior surpresa por lá, o assa peixe frito. É feito pelo cozinheiro Manoel Ferreira, que trabalha no restaurante do Parque Quinta dos Cristais. Ele conta que aprendeu a cozinhar com a mãe, que o ensinou não só o ofício, mas também o prazer em degustar e identificar os sabores presentes em cada garfada.
Para quem não conhece (assim como eu não conhecia), o assa peixe é uma urtiga, muito usada como planta medicinal. Mas nas m…

Fondue de torresmo

Tem algumas combinações na cozinha que são simplesmente perfeitas e que devem viver em eterna harmonia. Uma delas é angu com torresmo, paixão unânime na minha família. Às vezes, quando vamos para casa (casa dos pais será sempre a nossa casa), minha mãe já deixa o angu pronto, só esperando a nossa chegada. E, como todo clássico, é difícil encarar com riso fácil algum variação ou novidade daquilo que conhecemos desde criança. Mas, aí está a beleza da vida, se permitir a novas experimentações.

Assim conheci o Fondue de torresmo do Bar do Marquim, em Juiz de Fora. Confesso que fiquei ressabiada com a proposta, mas, quando provei, foi de enlouquecer. Angu bem molinho, com bastante queijo e torresmo crocante para mergulhar. Um afago à alma! Fácil, barato, saboroso e com gostinho de lembrança. Uma prova de que a vida pode ser simples e sensacional!
Bar do Marquim Rua Santo Antônio, 10, Centro – Esquina com Rua Paula Lima

Lenda do bacuri

Outra lenda interessante é sobre a origem do bacuri. Dizem que, certo dia, na floresta, apareceu a cabeça de um índio caxinauá, que havia sido degolado por um de seus companheiros. A cabeça aterrorizava a tribo com exigências que deveriam ser cumpridas para evitar que não lhes fosse tirada a vida. Todos deviam buscar, na floresta, um fruto amarelo escuro e manchado, com casca dura e uma polpa deliciosa, vindo de uma árvore cheia de flores avermelhadas. Os índios obedeceram às ordens por muito tempo até que um dia alguém resolveu experimentar o fruto, sendo seguido por todos os outros índios. A cabeça ficou muito brava e se transformou na Lua. Depois disso, sempre que comiam a fruta, davam as costas para Lua.